Blog do Juarez

Um espaço SELF-MEDIA


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Neoativistas viram as baterias para Daniela Mercury

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Depois da cantora Anitta, o alvo vira Daniela Mercury. Esses neoativistas  dos comentários continuam matando a velha guarda de vergonha… (vide matéria). Black face não é simplesmente simular uma pessoa negra usando cabelo falso e escurecendo a pele. É antes de tudo a forma e motivação pela qual se faz isso.

O black face tem exagero, ridicularização…, pele preta cor de pneu, lábios exageradamente grossos e caricatos, detalhes risíveis, basicamente o black face é um alegoria de palhaço.

Pode ser também uma situação como a vivida pelo ator Sérgio Cardoso na novela  “A Cabana do Pai Tomás” em que o ator se faz passar por um negro quando poderia-se perfeitamente haver um ator verdadeiramente negro. 

A Daniela não fez black face, o contexto é bem outro, tanto que estava apoiada por gente que entende do riscado… .

Blackface é isso aqui ó:

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O desmonte das políticas públicas de Gênero e Raça…, a SEPPIR diz o quê ?

Gostaríamos de perguntar para a Sra. Luislinda Valois, Secretária de Igualdade Racial do Ministério da Justiça (no governo democraticamente eleito e derrubado mediante golpe parlamentar, tínhamos um ministério com tais atribuições, porém consoante a importância dada no atual governo questionado, foi o mesmo reduzido a secretaria dentro do MJ); primeiro, para que serve mesmo essa Secretaria ?; segundo, será tomada alguma providência ? ; terceiro, a Secretária está de acordo com a política de desmonte promovida pelo Governo Temer ?

Caso I

A absurda normatização sobre as medidas antifraude das cotas raciais nos concursos públicos. Norma tão equivocadamente colocada que já provocou a reedição da antropologia física lombrosiana no edital do IFPA:

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Caso II

Nota Pública sobre a extinção da Coordenadoria de Gênero e Raça do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)

” A Comissão da Verdade sobre a Escravidão Negra do Distrito Federal e Entorno do Sindicato dos Bancários de Brasília (CVN/SBB), vimos externar publicamente nosso profundo repúdio à recente iniciativa da direção do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) de extinguir sua Coordenadoria de Gênero e Raça.

Nas duas últimas décadas, o Ipea consolidou-se como referência na produção de pesquisas sobre a questão racial no Brasil, assumindo o protagonismo nessa temática no âmbito do Governo Federal. Um importante grupo de pesquisadores vinculados à esta coordenadoria vinha se dedicando ao estudo das políticas de igualdade racial bem como do próprio papel do racismo e de seus desdobramentos na construção da sociedade brasileira. O relevante esforço desses técnicos foi responsável por um conjunto de trabalhos referenciais para o aprofundamento do debate sobre a questão racial no Brasil.

Ao diluir a Coordenadoria de Gênero e Raça em uma seção genérica, que passa a cuidar de temas variados como a questão dos idosos, da juventude, entre outros, a Diretoria do Ipea sinaliza para a sociedade a intenção de mitigar e desvalorizar a relevância da questão racial.

Essa mesma estratégia, lembremos, foi utilizada quando da recente extinção do Ministério da Mulher, Igualdade Racial e Direitos Humanos, em um verdadeiro retrocesso, na tentativa de invisibilização da temática racial em nosso país.

Cientes da relevância e da centralidade da questão racial na construção e estruturação da sociedade brasileira, reiteramos nosso veemente descontentamento com a atitude retrógrada e conservadora da Diretoria do Ipea.

Brasília, 05 de setembro de 2016 ”

Até onde irá esse desmonte ?, nossos ganhos duramente conquistados em décadas de lutas, estão se esvaindo em meses, com meras canetadas antidemocráticas. Pena uma biografia tão respeitável ser colocada a serviço dessa máquina de desmonte, porém acreditamos na sinceridade de intenções e compromisso demostrados ao longo de toda uma vida.

Ainda é tempo de com o único ato possível em um contexto como esse, não entrar para a História como parte integrante e consciente de um episódio triste a ser escrito e lido em não muito tempo,  como um dos mais vergonhosos da nação brasileira… .


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Macacos, bananas e mais um negro…

A polêmica gerada pelo caso dos pais que fantasiaram para o carnaval o filho adotivo negro como o macaquinho da historinha do Aladdin, revela o desconhecimento e despreparo para tratar de questões raciais (incluindo o combate ao racismo) no contexto brasileiro e cotidiano, não apenas por parte dos pais do garoto, mas também de muita gente que anda comentando nas redes.

Gente que minimiza o fato e diz ser “exagero” de quem se manifestou contrário à infeliz ideia dos pais “ingênuos” e chamando à uma reflexão sobre o problema .
Um curso básico de relações raciais deveria ser disciplina e condição obrigatória para candidatos à adoção de crianças negras. Esses “pais do Abu”, que pelo jeito vivem no país sem racistas/racismo imaginado por Ali Kamel, decididamente não estão preparados para ter e educar uma criança negra no Brasil… .

Eu entendo que os maiores aliados do racismo são o desconhecimento, a ingenuidade e a tergevisação… .

Não é possível à qualquer um minimamente consciente sobre a questão racial brasileira e o racismo brazuca, ignorar que juntar negro/negra e macaco/macaca na mesma frase ou pessoas negras e qualquer alusão a macaco é ofensivo e vai dar M* (caso não seja em crítica à prática), exemplos recentes e polemização difundida largamente na rede é que não faltam.

Não é o caso de “linchar virtualmente”, exigir a “desadoção” ou o que o valha, e obviamente esses pais não são “racistas juramentados”, mas ao serem “ingênuos” colaboram com o racismo e o perpetram “sem saber ou querer”… .

De duas uma, ou eles caem na real e vão estudar a questão a sério para evitar essas ciladas e poder lidar corretamente com os problemas que virão no futuro (sim eles virão mais cedo ou mais tarde para todo negro ou negra, de uma forma ou de outra) ou prevejo uma criança/rapaz que não poderá contar com os pais na hora que ele mais precisar … .


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De volta ao “cotista branco” do Itamaraty.

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Mathias Abramovic, Médico e candidato cotista ao curso de Diplomata do Itamaraty

O caso já foi polêmica em 2013  e retorna com a nova candidatura de Abramovic (no final do texto tem link detalhando o caso), sei também que meu posicionamento não bate com o de muitos ativistas do Movimento Negro, talvez mesmo da virtual totalidade dos colegas do MN, mesmo assim não posso deixar de apresentar o meu entendimento.

Em políticas afirmativas está prevista e é consagrada a autodeclaração…, quando entendemos e acolhemos que Negro (ou afrodescendente na terminologia consagrada pela redação oficial da ONU) é diferente de Preto (fenótipo característico da maioria dos povos africanos e descendentes sem óbvia miscigenação), temos que tecnicamente é Negro todo aquele que descende integral ou parcialmente de africanos escravizados e traficados para o novo mundo…, no Brasil, para fins censitários desde 1872 e de políticas públicas mais recentemente, são oficialmente parte da população negra (portanto negros), todos que se autodeclaram pretos e pardos .

Normalmente essa origem africana/negra é “denunciada ” pelo fenótipo, mas nem sempre…, o brasileiro tende a ter um conceito muito “elástico” de “pessoa branca”, o que faz com que  muitos afrodescendentes “de fronteira” (miscigenados muito claros) sejam vistos e se vejam como “brancos” (quando na realidade são apenas “claros”), são os chamados “brancos sociais”, mas mesmo entre esses, há os que conhecendo suas origens, ao contrário de as negar, as afirmam (até porque com isso são pouco ou nada estigmatizados, já que no Brasil o preconceito é fundamentalmente de “marca” não de origem, vide ORACY NOGUEIRA ) .

Partindo do princípio que as ações afirmativas de cunho “racial” são motivadas não apenas pelo racismo deflagrado pelo fenótipo ostentado e diretamente direcionado ao indivíduo, se apresentam também e principalmente pelas condições familiares histórica e socialmente prejudicadas enquanto descendentes de escravizados (fato que altera o coeficiente de mobilidade social e competitividade em disputas universais), temos então que, menos pelo tom de pele (e a afrodescendência admite muitos), mas principalmente pela condição comprovada de afrodescendente e herdeiro natural tanto do processo de prejuízo histórico-familiar da população negra, quanto do direito de reparação, que um candidato é habilitado a pleitear as AAs de recorte “racial”… .

Lógico que em não havendo a “marca”, muito menos os problemas decorrentes dela, seria de bom senso e consciência ética, que não se apelasse para uma ação que visa não apenas oportunizar os candidatos inequívocos e óbvios do recorte, mas também modificar a “coloração perceptível” em determinada situação afirmável, porém,  o Direito socorre a todos os afrodescendentes de fato (e tornamos a lembrar que “claro” é diferente de “branco”)  e que assim se autodeclarem.

Entenda o caso aqui: http://noticias.r7.com/brasil/medico-branco-se-declara-cotista-para-prova-do-itamaraty-24072015


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A nova mancada do Neymar

neymar100%-Jesus

Antes de mais nada é bom avisar que não se está discutindo a religiosidade do jogador Neymar, não se está discutindo o direito à manifestação religiosa, não se está fazendo “julgamento”, “crítica anticristã” ou qualquer coisa que obliterados por uma religiosidade cega e não crítica possam enxergar como “ofensa”, “perseguição” , “cristofobia” ou o que o valha…, portanto fique claro, NÃO ESTAMOS FALANDO DE JESUS NEM DE FÉ (e não pretendemos falar, portanto comentários nesse sentido não são pertinentes à discussão nem nos interessam).

Nos últimos tempos, o pódium das polêmicas brasileiras, tem dois personagens que estão sempre presentes, Neymar e Luciano Huck …, é  fantasia de Kong, banana, camiseta “somos todos macacos”, camiseta “vem ni mim” para crianças, recusa a participar de distribuição de presentes à crianças em um Lar Espírita, enfim…, um monte de “bolas fora” por conta de visões equivocadas, talvez mal assessoramento, preconceito e “falta de noção” mesmo.

A última foi a polêmica faixa ou bandana “100% Jesus” apresentada após o encerramento de um jogo de futebol na europa,  a FIFA desde 2009 por motivos óbvios vetou manifestações religiosas durante jogos, não para “oprimir” ou “cercear a fé”, mas por serem os jogos eventos esportivos, não eventos religiosos, e pelo fato de historicamente religião ter sido motivo de cisânia, guerra e desavenças entre e dentre povos do mundo todo, natural portanto retira-la de um contexto onde se busca justamente o contrário.

Ocorre que ao utilizar  o famoso “100%”, Neymar utilizou a “ferramenta errada”, pois o “100%” foi criado e é utilizada no contexto  dos movimentos de PRIDE (orgulho), ou melhor ORGULHO AFIRMATIVO, que nada mais é que apoio à causas e recortes sociais estigmatizados, discriminados e/ou em situação calamitosa…,  e é por isso que se vê por ai  “100% Negro” , “100% LGBT”, “100% Quilombo”, “100% Nordestinos”, “100% Maria da Penha”, “100% Professor”, ou seja,  não quer dizer que a pessoa seja “completamente” aquilo, mas que ela está COMPLETAMENTE A FAVOR DAQUELE GRUPO OU CAUSA, e deve ser sempre uma causa minoritária (ou de grande interesse coletivo) que necessita AFIRMAÇÃO (ação de resgate e valorização social e emponderamento).

Portanto, apenas se afirma com o “100%” as situações acima e similares, NUNCA situações majoritárias e de poder já estabelecido ou supremacistas (e em geral também opressoras) , por tal motivo  é que é errado e absolutamente desnecessário AFIRMAR o que já está  tradicionalmente “por cima” ou não visa a integração mas ao contrário, exemplos “100% Branco”, “100% Latifúndio”, “100% Zona Sul do Rio” , “100% Country Club”, “100% Sulista”, “100% Apple” e por ai vai… pois isso não é orgulho afirmativo, isso é “ORGULHO BESTA”, supremacista…  .

É por isso que a faixa do Neymar está gerando mais essa polêmica, pois não cabe em causas que precisariam ser afirmadas, como 100% Acre ou Amazonas (por conta das vítimas das enchentes) ou coisa semelhante, o que ele entendeu como “agradecimento” pareceu justamente ao contrário de orgulho afirmativo, ou seja,  ação proselitista (imposição da fé já majoritária cristã, sobre outras).

Portanto a “mancada”, não foi ter demonstrado fé, agradecido ou ter impresso e exposto isso, mas a forma que escolheu para fazer isso…


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A polêmica do banheiro público e as novas resoluções pro LGBT

Assistimos ultimamente no rastro do reacionarismo e antipetismo radical (e porque não dizer majoritariamente irracional ? ),  que assola o país, e em especial as redes sociais, um sem número de postagens e publicações que descaradamente deturpam notícias e fatos e forjam factóides, com a clara intenção de causar indignação e açodar o sentimento reacionário e principalmente antigovernista; o grande problema é para isso se utilizam de meias-verdades, completas-mentiras, conceitos errôneos e absurdização terrorista,  tudo prontamente reproduzido integralmente e sem maiores análises críticas,, por quem está ideologicamente afinado com o “antipetismo incondicional’,  afinal o que interessa é “atirar no PT e no Governo”, se por motivo justo e baseado em verdades ou  mentiras e deturpações pouco importa… .

Dessa vez o mote são as resoluções recentemente assinadas pela Presidente da República, relativas a população LGBTT,  uma delas determinando que estudante pode usar banheiro de escolas e universidades públicas ou privadas segundo sua identidade de gênero, garantindo também à  comunidade trans o  uso de nomes sociais e uniformes de acordo com sua identidade.

A deturpação começa ao desconsiderando o conceito de gênero, levar as pessoas a crer que isso institui o uso indistinto dos banheiros, ou o compartilhamento dos banheiros femininos por mulheres e toda sorte de gays, ou de quem assim se declare ao acessar e ser questionado pela presença. vide (http://www.cabralarrependido.com.br/2015/05/agora-e-lei-lgbt-podem-escolher-qual.html?spref=fb ), continua ao sugerir que seria uma nova regra geral extensível a todo tipo de banheiro público, apelando para uma sensação de “insegurança que se instalará” pondo em perigo mulheres e filhas… ..

Obviamente que a coisa não é por ai…, algumas mulheres compreensivelmente a partir dessa deturpação demonstram preocupação em ter sua privacidade e “segurança” ameaçada por “homens” em seus banheiros, o que não se justifica, pois a resolução fala em acesso conforme identidade de gênero e não “livre para todo homossexual” (que são coisas distintas…), ou seja, não se concebe ter “marmanjos” que por simplesmente se declararem “gays” (ou até o serem verdadeiramente) “pre-autorizadamente invadiriam” os banheiros femininos…, do que se está falando aqui é de pessoas TRANS, ou seja, que possuam “feminilidade” (ou masculinidade no caso dos trans masculinos) tão alta, a ponto de nem serem percebidas de forma “diferente” ou em geral deixando boa “dúvida”, abaixo alguns exemplos femininos:

Trans

É muito provável que a maioria das mulheres já tenha estado com um Trans no banheiro sem nem perceber…, é claro que nem todas as trans “passam” facilmente (não são identificáveis como, à primeira vista ou contato), as travestis por exemplo, são bem mais óbvias, mas o “nível de feminilidade” não se confunde com o de alguém meramente “se fazendo passar por” ou verdadeiramente gay,  para quem se preocupa com “ataques sexuais”, “casquinhas” e “eventuais constrangimentos”, sem querer ser generalizador é bom lembrar que é muito mais provável que isso aconteça vindo de uma lésbica (que como mulher frequenta normal e sem maiores problemas o banheiro feminino…) do que vindo de uma trans…, portanto argumentar “perigo” ou “inconveniência” no acesso de trans é no mínimo falacioso .

As reivindicações dos movimentos LGBTTs não são novas e a legislação relativa não é “novidade” nem “invenção ou exclusividade” do PT…, no Amazonas (que nunca foi governado pelo PT) por exemplo existe a Lei N. 3.079, de 02 de agosto de 2006 que DISPÕE sobre o combate à prática de discriminação em razão de orientação sexual do indivíduo, a aplicação das penalidades decorrentes e dá outras providências,  outro ponto é a confusão que normalmente se faz nos conceitos relacionados a temática, como a mera orientação sexual e a identidade de gênero, entre Gay e Transgênero/transexual, conceitos claros para quem tem alguma entrada nos estudos de gênero, mas não para todo mundo…, o banheiro comunitário é cultural e historicamente separado por gênero (que em um paradigma tradicional e binário é masculino ou feminino), ocorre que gênero nem sempre coincide com o sexo biológico, não se trata de “unificar” banheiros mas de garantir o acesso por gênero sem discriminação pelo sexo…, uma pessoa trans feminina por exemplo, não é “gay” (pessoa que se atrai por pessoa do mesmo sexo) ela na realidade tem um sexo biológico desconforme com sua real identidade de gênero, em outras palavras, é uma mulher psicologicamente, mas tem uma configuração anatômica de homem e vice-versa… .

Nem mesmo nos ambientes GLS é comum a ideia de “banheiros únicos”, porém é convenção que as pessoas do gênero feminino (independente do sexo biológico) utilizem o mesmo banheiro…  idem no caso do banheiro masculino porém com menor ocorrência, está franqueado para pessoas trans de gênero masculino.

A questão portanto, está no perfeito entendimento do que é gênero e o que é sexo…, a ideia de  que “o costume consolidado é que evolui para a aprovação da norma jurídica” não é plena, as vezes é o estabelecimento da norma, que determina a alteração no costume generalizado, e estamos vivenciando o momento em que tais alterações de costumes em relação a população LGBTT estão em consolidação, porém devido a uma resistência que na realidade se baseia mais no preconceito que na razoabilidade e tolerância, se exige que por via da norma jurídica, seja garantido o direito social de quem apesar de psicologicamente pertencer a determinado gênero, está “aprisionado” em uma conformação sexual distinta… .

A ideia de segregar  LGBTTs a um banheiro específico, também não se mostra justa, uma vez que em um paradigma tradicionalmente binário de gênero (feminino ou masculino) privar uma pessoa de vivenciar (ou ao menos tentar) plenamente o seu real gênero (o psicológico), é impedir um Direito Humano, portanto não faria sentido fazer “serviço pela metade”, reconhecer o direito a auto-identificação de gênero, ao nome social relativo, à não discriminação pelo gênero, mas negar o acesso a um espaço gênero-relacionado… .

Para visualizar  a notícia em termos mais precisos: http://oglobo.globo.com/sociedade/aluno-pode-usar-banheiro-de-escola-segundo-sua-identidade-de-genero-diz-diario-oficial-15572473


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JB e nova polêmica, assunto do momento

opinião-equilibradaSempre digo que por motivos óbvios não discuto magistratura (principalmente a alta :-)), que eu me lembre sempre que emiti opinião que envolvesse diretamente magistrados não foi em função da atuação em processos, conduta profissional ou o que valha, quando muito como simples cidadão comentei ataques pessoais e coletivos contra situações pessoais de figuras públicas que por um acaso são da magistratura… mas poderiam ser de qualquer outra esfera de poder (ou não).

Continuo não me imiscuindo diretamente  em tal tipo de picuinhas e discussões, mas admiro quem o faz de forma serena e equilibrada, praticamente imparcial, tenho observado que o comentarista político da Rádio CBN, Kennedy Alencar é um dos poucos que o tem feito dessa forma, não endosso nem “desendosso” a opinião em si, minha análise de mérito é em relação ao estilo e ao equilíbrio e fundamentação para oferecer ao ouvinte um bom panorama sobre o qual se possa refletir para a formação da própria opinião, pouca paixão, tendência controlada, bom senso e respeito,  vale a pena se informar assim :

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