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Nilma Lino fica e cresce com o Ministério da Cidadania

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Com a Ministra Nilma Lino

Após mais uma “tensa” reforma ministerial temos um novo quadro com duas notícias, a primeira (que precisa ser melhor avaliada) é a fusão das três Secretarias Especiais que atendiam mais diretamente às demandas dos movimentos sociais, a das Mulheres, a de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e a de Direitos Humanos, a segunda (que de antemão é boa notícia) é que fica à frente da nova pasta, a Profa. Nilma Lino, que já era Ministra titular da Igualdade Racial, que em relação aos três nomes aventados anteriormente (Miguel Rosseto, Moema Gramacho e Benedita da Silva) todos petistas e por tal incensados e reivindicados pelo PT, Nilma Lino é a única reconhecida como “do Métier”, sem objeções generalizadas pelos movimentos sociais, e não tem filiação partidária, é mulher, negra e com histórico nos movimentos sociais (Benedita da Silva é um caso a parte, e sofre algumas objeções pelos movimentos sociais, apesar de ter sido Senadora, Governadora do RJ, Ministra da Assistência e Promoção Social, atualmente Deputada federal).

As Secretarias Especiais com status de Ministérios, sempre sofreram de uma “subnutrição crônica” com orçamentos muito modestos e estruturas reduzidas, espera-se que com a nova situação haja um “emponderamento” na estrutura, dotação e condição política no trato das questões pertinentes, inclusive em ações diretas e de fomento em outras pastas e instituições públicas e privadas.

Alguns ativistas demonstraram preocupação com a extinção ou incorporação da SEPPIR, eu particularmente há muito acho que a incorporação por um ministério de atribuições mais amplas poderia ser positivo (ainda mais com alguém que conheça e tenha compromisso com a causa negra, e representando a população afrobrasileira melhor ainda… escrevi sobre há uns anos ainda no DILMA I, SEPPIR, para que e até quando ?  https://blogdojuarezsilva.wordpress.com/2011/11/01/seppir-para-que-e-ate-quando/


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De volta ao velho “Homens negros só querem brancas e a Solidão da mulher negra”

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Vira e mexe me vejo envolvido na discussão fratricida “Homens negros só querem brancas e a Solidão da mulher negra” promovida em especial pelas ativistas negras vilanizando os homens negros, não ignoro que há uma questão envolvendo relacionamentos interraciais e que isso pode e deve ser motivo de estudo e reflexão, mas não faço “história única”, não ignoro que há de fato muitas mulheres negras em “celibato”,  só acho que a coisa invariavelmente é direcionada para que a análise não contemple TODA a questão…, por exemplo, se falamos de livros sobre o tema, indico um que trata da mulher negra e homem branco… mas é como se eu não o tivesse feito, só se quer discutir o que atende a visão que satisfaz a  ideia do homem negro como “vilão”…, demonstro que mulheres negras até se organizam na busca de relacionamentos com brancos, mas o assunto é solenemente ignorado e torna-se a questionar negros com brancas…, coloco que os relacionamentos negro/branca não são uma busca de mão única, as brancas buscam os negros enquanto as negras sabotam relacionamentos com negros e buscam brancos, mas novamente se evade da questão, torna-se ao paradigma que o homem negro “só quer branca”, chamo a atenção para o contexto histórico de séculos de rapinagem sexual de brancos contra negras e índias (coisa que aliás permanece acontecendo), mas qual o que ?,  só vamos ouvir  um absurdo “desde sempre os homens negros deixaram a negra na solidão e ficaram com as brancas…” , e tome exemplo de pagodeiros, jogadores de futebol, celebridades… .

Ai aparece uma pesquisadora que fez um trabalho com quase dois mil casais envolvendo pessoas negras e 600 desses casais eram formados por negros/negras (mas isso não interessa, abstrai-se…) foca-se apenas nos casais interraciais (todos de negros com brancas) Êpa! mas não tem negras com brancos ????, esqueça-se!, fiquemos só nos negros com brancas…, ninguém pergunta por que é que o número de miscigenados no Brasil é enorme e secular…, nem se questiona que o acesso de homens negros à mulheres brancas é historicamente muito recente…, não se leva em consideração que oficialmente o percentual de pessoas PRETAS no Brasil é de 8% (dividido entre homens e mulheres) alguém já se perguntou por qual motivo um universo de 4% de homens pretos  e 20% de homens pardos deveria se limitar  a encontrar parceiras nos 4% de mulheres pretas e 20% de pardas quando a estas somam-se quase outros 25% de “brancas” ???? (Opa ! desculpem o esquecimento da questão de gênero e que nem sempre homens estão buscando mulheres e vice-versa… ;)) em estatística simples sem considerar “ideologias” etc… qual é a probabilidade de um preto se relacionar com uma branca ou uma negra ?, aonde está a maior e a menor “oferta” ???.

Tudo isso são questões que simplesmente não se discute nem considera…, o que importa é a “solidão da mulher negra” e culpar exclusivamente o homem negro por isso…, ninguém sequer cogita que o Brasil não é Angola que tem 95% de Pretos, 2% de miscigenados e o restante de não-negros… e que o relacionamento interracial é inescapável e “natural” em uma conjuntura como a brasileira…., mas nada disso importa, só importa culpar os homens negros pela solidão da mulher negra… eu acho que se é para discutir a questão, que seja feito de forma séria com TODAS as variáveis que cientificamente deveriam entrar nessa “Equação social”…, não apenas com mágoas e ressentimentos e uma vontade de apontar apenas um “culpado” (que ironicamente também faz parte do rol de vítimas do processo secular de racismo) por um problema que tem tantos envolvidos igualmente responsáveis.

Com tantos problemas que a população negra tem que ainda superar e tantas demandas, há quem prefira ficar fazendo “fogo-amigo”, ai é que se perde tempo e a coisa não anda, esse comportamento belicoso não leva à nada… ou pior, nos atrasa imensamente.


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Câmara dos Deputados rejeita criação de cotas para mulheres no Legislativo

E eu achei que essa ia ser difícil de não passar já que além de terem trabalhado forte a ideia da justa representatividade, não teria a hipocrisia dos meta-racistas esperneando para impedir avanços dos negros a partir de N argumentos falaciosos que nada tinham a ver com a questão; o SIM teve quase o dobro de votos do NÃO, quem derrubou esse avanço necessário foram  os “NEUTROS”… exatamente o que postei via jpeg semana passada :

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Veja matéria sobre:
Câmara dos Deputados rejeita criação de cotas para mulheres no Legislativo: http://goo.gl/4ufpF3


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O retorno dos anticotas: agora contra as mulheres no parlamento

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A nova frente de combate dos anticotas, a reserva de vagas para mulheres no poder legislativo.

Depois de mais de uma década de acaloradas discussões e após a acachapante derrota impingida pelos defensores das cotas e o STF aos anticotistas e sua argumentação falaciosa, “desapareceu” (ou pelo menos se arrefeceu por um tempo) a disposição dos mesmos em externar seus argumentos antinclusivos, porém…, eis que retornam com força total por conta da campanha nacional por mais mulheres na política.

Repetindo exatamente os mesmos argumentos (e alguns novos, como “interesses individuais oportunistas” e “campanha casuística” ), e talvez imaginando se tratar de “outra coisa” ou “outra causa”, os anticotas demonstram não terem entendido realmente os princípios que norteiam as Ações Afirmativas (AA), a saber:

a) Corrigir distorções e desigualdades históricas e culturalmente arraigadas na sociedade

b) AA não tem nada a ver com “capacidade” pessoal ou coletiva, mas com oportunidades efetivas

c) Cotas são apenas uma das formas de AA, e visam corrigir a SUBREPRESENTAÇÃO dos recortes tradicionalmente prejudicados, em toda e qualquer situação em que se fizerem necessárias.

Ao julgar as ações relacionadas as cotas raciais e sócio-raciais e considerá-las constitucionais, o STF entendeu procedente a ideia geral de Ação Afirmativa por recorte (desbancando de vez o surrado bordão do “todos são iguais perante a lei” do art. 5o da CF, privilegiando o art. 3o “Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: I – construir uma sociedade livre, justa e solidária; II – garantir o desenvolvimento nacional; III – erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais; IV – promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.”), o que significa que apesar do amparo legal direto para negros e indígenas na questão universitária, o mesmo princípio básico é válido para outras Ações Afirmativas, em outras áreas e para outros grupos em situação análoga de subrepresentação, isso é exatamente o caso das mulheres no parlamento, bem como de outros recortes afirmáveis.

O ressurgimento do discurso anticotas (encampado inclusive por algumas mulheres, assim como o foi também por alguns negros no caso das cotas universitárias) é anacrônico e  “zumbi” (está morto, porém continua se movimentando, como se parte da vida ainda fizesse), vai fazer algum barulho pelos próximos tempos, mas está fadado a mais uma magnífica derrota… .

Apesar de em contexto diferente, apropriado lembrar uma frase do primeiro discurso de posse de Barack Obama ” O que os cínicos não entendem é que o chão se moveu sob eles”,  não será portanto fácil manter por muito tempo os privilégios e desigualdades de nossa sociedade.


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A “Copa das copas” está desmascarando mais que coxinhas e vira-latas…

Agora os desmentidos são os “neo-democratas-raciais” (aqueles que proativamente trabalham para  tentar “provar” que “Não somos racistas” e ao mesmo tempo se colocam no antagonismo ferrenho às Ações Afirmativas), mas também o brasileiro “comum”, aquele que “acredita piamente” (pelo menos diz)  que  cor não faz a menor diferença no Brasil  e que todos tem “oportunidades iguais”.

Que a “interação”  com os  visitantes estrangeiros ia ser grande ninguém duvidava, principalmente a dos estrangeiros com as “nativas” (afinal essa tem sido uma constante na história continental desde os primeiros contatos de estrangeiros com os “locais” ); a questão é que até então não tínhamos tido um evento nacional com tal proporção de estrangeiros visitando o país ao mesmo tempo, muito menos com a diversidade envolvida.

Em várias oportunidades citei a questão das “cinderelas”  que sonham com “príncipes encantados gringos” e em muitas coloquei que a carga de eurocentrismo (racismo mesmo…) nesse “interesse”  é elevadíssima, demonstrando que “democracia racial”  no Brasil é  apenas uma ilusão em que muitos acreditam sem bases reais para isso,  já a “rapinagem sexual” continua exatamente nos mesmo moldes coloniais, homens europeus e eurodescendentes  sobre as “nativas” (termo que agrupa no caso não apenas as índias, mas também as negras e agora também as brancas), o “mercado brasileiro”  está aberto, mas não da mesma forma para todos….

Como de praxe,  ao ser notada a questão, a palavra RACISMO é  evitada… e  quando se toca nela, logo vem as tradicionais “desculpas”,  transpondo tudo para o “social/econômico” ou argumentos de óbvia falácia, pois pelo que pude presenciar (pelo menos aqui por Manaus), dificuldades com língua, “bom papo”, dinheiro e “beleza” não me pareceu “problemas” que evitassem “pegações” instantâneas e “descomplicadas” para europeus, norte-americanos e mesmo sul-americanos (quiças asiáticos), a verdade é que é copa do mundo mas o “padrão desejado” de “príncipe encantado” (gringo ou brazuca) das conterrâneas continua o mesmo… .

Contudo mais  que a constatação em si, é  interessante  ver a “criatividade” dos brasileiros tentando inventar “justificativas”  para o insucesso dos visitantes afro e excluindo e negando a óbvia questão do preconceito e discriminação racial embutida no contexto brasileiro.

” Marfinenses não pegam nada, zeram em festa do pijama e criticam brasileiras

José Ricardo Leite
Do UOL, em Fortaleza (CE) 24/06/201401h30

Dupla marfinense não consegue sucesso com mulheres brasileiras

  • Dupla marfinense não consegue sucesso com mulheres brasileiras

Jonathan Djerehe, 30 anos, e Kone Natham, 17, estavam entre os menos de 10 torcedores que esperavam a chegada da delegação de Costa do Marfim ao hotel Luzeiros, em Fortaleza, no último domingo. Foram os primeiros a chegar e eram os únicos do país africano em frente ao hotel.

Foram os primeiros entrevistados pela imprensa brasileira por estarem sozinhos ali, com as cores africanas. E entre perguntas sobre como está sendo a passagem deles pelo país-sede da Copa do Mundo, havia uma única frustração clara: não conseguem fazer sucesso com as mulheres brasileiras.  “

Interessante é que os mesmos ainda se perguntam  “por quê ?” , não tem como não se remeter à máxima do “grande pensador contemporâneo”  Compadre Washington : “SABEM DE NADA, INOCENTES ! ” .

Vale a pena ler a  matéria completa : http://copadomundo.uol.com.br/noticias/redacao/2014/06/24/marfinenses-sao-engandos-por-brasileiras-e-reclamam-que-nao-pegam-ninguem.htm

 


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A falta de noção de Luciano Huck, está ganhando “evidência solar”…

Print da postagem no face, removida .

Print da postagem no face, removida .

Eu até que nutria um simpatia pelo apresentador, simpático, aparentemente humilde e solidário com todos independente de origem, cor,etc…, porém depois do vergonhoso caso da camiseta do #SomosTodosMacacos ( motivado pelo  já exposto aqui no blog, Os comedores de banana e o antiracismo imbecil) e agora com a última mancada do “bom moço”, tá difícil… .

Print da postagem no Twitter

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Depois de uma  campanha das autoridades brasileiras “desincentivando” o turismo sexual, e sem nenhuma reflexão crítica prévia, e olha que essa questão das “cinderelas” buscando “príncipes encantados” estrangeiros, não é nada nova e nem pouco conhecida e debatida, já deu até documentário nacional (Cinderelas, Lobos e um príncipe encantado) e vários  filmes internacionais [não raro fazendo o link com  o tráfico humano… para prostituição]), ou seja, o relacionamento premeditado ou fomentado de mulheres (principalmente as de vulnerabilidade social) para com homens estrangeiros é uma das principais portas para um final que raramente se pode dizer “feliz” e honesto,   parece incrível que o apresentador lance uma campanha  justamente incentivando que as mulheres brasileiras  “se joguem”  para cima dos “gringos”  aproveitando a oportunidade  pelas visitas para a  Copa do Mundo da FIFA ( o mais impressionante é que parece não haver uma assessoria para dar um toque e impedir as besteiras do apresentador…, ou será que as ideias micadas vem justamente dela ? ).

Óbvio que depois da repercussão negativa, as postagens seriam retiradas das redes sociais, mas ai já era tarde…, “caiu na rede, já era”, depois que inventaram o print de tela, mentir ou “desdizer” o que foi postado não é mais possível…

Ficou feio Luciano…, muito feio.  #somostodoscafetões e #NãoMeAjudaLuciano.

 


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O fim da novela, as diferenças culturais e o Cadinho…

Casamento do personagem Cadinho e suas três mulheres

Ontem encerrou a novela “Avenida Brasil” que entre tantas tramas paralelas teve uma que gerou muita polêmica; entre o humor generalizado, “a inveja” de uns e a “indignação” de outras, o brasileiro teve contato com uma realidade super comum em vários países (a poligamia) inclusive de figuras como presidentes da república, mas que teve tanta repercussão no Brasil simplesmente pelas diferenças culturais.

A poligamia é na realidade uma natural e antiga forma de estruturação familiar (inclusive em relatos bíblicos do antigo testamento), mantida até hoje e principalmente fora do eixo cultural eurocêntrico-judaico-cristão (exceção para os antigos mórmons e alguns contemporâneos, veja como exemplo a famosa série de TV norte-americana BIG LOVE ); na poligamia existe o estabelecimento de uma relação múltipla oficial e socialmente assumida, com regras rígidas (ou seja CASAMENTO com todas as suas implicações), diferentemente do AMANTISMO (relações afetivo-amorosas múltiplas e concorrentes em geral sem “consentimento/conhecimento” de todos envolvidos, divididos em relacionamentos primários [casamento ou relação socialmente assumida] e secundários [concubinato ou relação socialmente “escondida”], na maioria das vezes com desdobramentos sociais desastrosos,  praticado LARGA e HIPOCRITAMENTE em toda cultura ocidental).

O personagem CADINHO, era na realidade um POLÍGAMO, não um AMANTISTA, pois era um cara “familiar” um “provedor múltiplo”, que apesar de visto por muitos espectadores como um simples mulherengo, na realidade era um cara legal, ” fiel” (termo que quer dizer constante e leal, não exclusivo), bom marido, bom pai e limitado as mulheres e famílias que estabeleceu, seu grande “pecado” foi fazer parte de uma sociedade em que isso não é “permitido”, Cadinho era na verdade um SUBVERSIVO um INSURGENTE contra a opressão e engessamento social pregado pelo sistema ocidental e introjetado na mente e modo de ser de homens e mulheres mentalmente colonizados pela cultura judaico-cristã.

Ainda bem que entre as reclamações, indignação e “revolta” de mulheres cujas mentes foram completamente colonizadas pelas falaciosas premissas de que só é possível o “amor exclusivo” tipo um-para-uma e vice-versa, venceu a felicidade…, aquela que as três mulheres do Cadinho souberam reconhecer no seu sincero amor múltiplo e compartilhado, pois afinal como diria o poeta : ” Toda forma de amor vale a pena” . 

Abaixo uma família poligâmica de verdade:

O Presidente  da África do Sul,  Jacob Zuma e suas 3 esposas.