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Endogamia é majoritária no Brasil

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Desmistificando a ideia de que o Brasil é um país miscigenado (ao invés de multirracial e miscigenado) e que tende a ficar cada vez mais miscigenado e correndo o risco de “desaparecimento” de qualquer um de seus grupos étnico-raciais por conta da miscigenação (aliás malogrando a teoria defendida pelos racistas científicos na década de 20 do século passado, de que por meio das sucessivas miscigenações o elemento negro desapareceria visualmente do país antes da virada do século, se tornando o país de aparência branca).

Observem no gráfico acima, que homens pretos unidos com pretas são 50,3% e com pardas outros 22,9%, ou seja, 73,3 % dos pretos estão com mulheres Negras (pretas ou pardas), apenas 25,5% estão com brancas, no caso dos pardos é semelhante, ao final permanecem em 74,9% unidos a negras (pretas e pardas) e similarmente 24,4% com brancas,  quando visualizados os brancos não é muito diferente, 73,7% são endogâmicos mas 26,6 (até um pouquinho mais que os negros)  não o são…, porém mesmo ai percebe-se uma proporção equilibrada de coisa de 2/3 de endogâmicos tanto em brancos quanto negros (lembrando novamente Negros=pretos+pardos).

Já os indígenas por incrível que pareça são um pouco menos endogâmicos que brancos e negros, conseguem manter 68,1 % de endogamia,  porém a “supresa maior” está com os “amarelos”, ou melhor, com os asiáticos (que o senso comum imaginava serem os mais endogâmicos, mas é justamente ao contrário) que mantém-se apenas 38,8% endogâmicos e proporcionalmente só não se unem a negras mais que os próprios homens negros, no quesito “desencalhe” para as negras em geral são bem mais promissores que brancos e de indígenas.

Conclusão, destruídos vários argumentos falaciosos de uma vez só, a saber :

1- O de que “negros preferem as brancas”

2- Que brancos “não casam com negras”

3- Que asiático-brasileiros são extremamente endogâmicos

4- Que índios pela etnicidade tendem a se “preservar” mais com a endogamia.

Ah ! e obviamente que nenhum, absolutamente nenhum outro homem se une mais à mulher preta que o próprio homem preto, portanto cobrem a “solução” da “solidão da mulher negra” também dos outros grupos masculinos e das próprias mulheres que apostam na fórmula “endogamia ou celibato”, as estatísticas comprovam que é possível ser feliz  no amor para além da cor… .

Tem mais um detalhe… esses dados são de Uniões estáveis/CASAMENTOS…,  é preciso visualizar que não reflete necessariamente todos tipos de relacionamentos…

Não deixem de seguir o link para  matéria jornalística sobre o assunto:

http://exame2.com.br/mobile/brasil/noticias/brasileiros-preferem-casar-dentro-da-propria-etnia


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De volta ao velho “Homens negros só querem brancas e a Solidão da mulher negra”

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Vira e mexe me vejo envolvido na discussão fratricida “Homens negros só querem brancas e a Solidão da mulher negra” promovida em especial pelas ativistas negras vilanizando os homens negros, não ignoro que há uma questão envolvendo relacionamentos interraciais e que isso pode e deve ser motivo de estudo e reflexão, mas não faço “história única”, não ignoro que há de fato muitas mulheres negras em “celibato”,  só acho que a coisa invariavelmente é direcionada para que a análise não contemple TODA a questão…, por exemplo, se falamos de livros sobre o tema, indico um que trata da mulher negra e homem branco… mas é como se eu não o tivesse feito, só se quer discutir o que atende a visão que satisfaz a  ideia do homem negro como “vilão”…, demonstro que mulheres negras até se organizam na busca de relacionamentos com brancos, mas o assunto é solenemente ignorado e torna-se a questionar negros com brancas…, coloco que os relacionamentos negro/branca não são uma busca de mão única, as brancas buscam os negros enquanto as negras sabotam relacionamentos com negros e buscam brancos, mas novamente se evade da questão, torna-se ao paradigma que o homem negro “só quer branca”, chamo a atenção para o contexto histórico de séculos de rapinagem sexual de brancos contra negras e índias (coisa que aliás permanece acontecendo), mas qual o que ?,  só vamos ouvir  um absurdo “desde sempre os homens negros deixaram a negra na solidão e ficaram com as brancas…” , e tome exemplo de pagodeiros, jogadores de futebol, celebridades… .

Ai aparece uma pesquisadora que fez um trabalho com quase dois mil casais envolvendo pessoas negras e 600 desses casais eram formados por negros/negras (mas isso não interessa, abstrai-se…) foca-se apenas nos casais interraciais (todos de negros com brancas) Êpa! mas não tem negras com brancos ????, esqueça-se!, fiquemos só nos negros com brancas…, ninguém pergunta por que é que o número de miscigenados no Brasil é enorme e secular…, nem se questiona que o acesso de homens negros à mulheres brancas é historicamente muito recente…, não se leva em consideração que oficialmente o percentual de pessoas PRETAS no Brasil é de 8% (dividido entre homens e mulheres) alguém já se perguntou por qual motivo um universo de 4% de homens pretos  e 20% de homens pardos deveria se limitar  a encontrar parceiras nos 4% de mulheres pretas e 20% de pardas quando a estas somam-se quase outros 25% de “brancas” ???? (Opa ! desculpem o esquecimento da questão de gênero e que nem sempre homens estão buscando mulheres e vice-versa… ;)) em estatística simples sem considerar “ideologias” etc… qual é a probabilidade de um preto se relacionar com uma branca ou uma negra ?, aonde está a maior e a menor “oferta” ???.

Tudo isso são questões que simplesmente não se discute nem considera…, o que importa é a “solidão da mulher negra” e culpar exclusivamente o homem negro por isso…, ninguém sequer cogita que o Brasil não é Angola que tem 95% de Pretos, 2% de miscigenados e o restante de não-negros… e que o relacionamento interracial é inescapável e “natural” em uma conjuntura como a brasileira…., mas nada disso importa, só importa culpar os homens negros pela solidão da mulher negra… eu acho que se é para discutir a questão, que seja feito de forma séria com TODAS as variáveis que cientificamente deveriam entrar nessa “Equação social”…, não apenas com mágoas e ressentimentos e uma vontade de apontar apenas um “culpado” (que ironicamente também faz parte do rol de vítimas do processo secular de racismo) por um problema que tem tantos envolvidos igualmente responsáveis.

Com tantos problemas que a população negra tem que ainda superar e tantas demandas, há quem prefira ficar fazendo “fogo-amigo”, ai é que se perde tempo e a coisa não anda, esse comportamento belicoso não leva à nada… ou pior, nos atrasa imensamente.


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De volta ao “cotista branco” do Itamaraty.

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Mathias Abramovic, Médico e candidato cotista ao curso de Diplomata do Itamaraty

O caso já foi polêmica em 2013  e retorna com a nova candidatura de Abramovic (no final do texto tem link detalhando o caso), sei também que meu posicionamento não bate com o de muitos ativistas do Movimento Negro, talvez mesmo da virtual totalidade dos colegas do MN, mesmo assim não posso deixar de apresentar o meu entendimento.

Em políticas afirmativas está prevista e é consagrada a autodeclaração…, quando entendemos e acolhemos que Negro (ou afrodescendente na terminologia consagrada pela redação oficial da ONU) é diferente de Preto (fenótipo característico da maioria dos povos africanos e descendentes sem óbvia miscigenação), temos que tecnicamente é Negro todo aquele que descende integral ou parcialmente de africanos escravizados e traficados para o novo mundo…, no Brasil, para fins censitários desde 1872 e de políticas públicas mais recentemente, são oficialmente parte da população negra (portanto negros), todos que se autodeclaram pretos e pardos .

Normalmente essa origem africana/negra é “denunciada ” pelo fenótipo, mas nem sempre…, o brasileiro tende a ter um conceito muito “elástico” de “pessoa branca”, o que faz com que  muitos afrodescendentes “de fronteira” (miscigenados muito claros) sejam vistos e se vejam como “brancos” (quando na realidade são apenas “claros”), são os chamados “brancos sociais”, mas mesmo entre esses, há os que conhecendo suas origens, ao contrário de as negar, as afirmam (até porque com isso são pouco ou nada estigmatizados, já que no Brasil o preconceito é fundamentalmente de “marca” não de origem, vide ORACY NOGUEIRA ) .

Partindo do princípio que as ações afirmativas de cunho “racial” são motivadas não apenas pelo racismo deflagrado pelo fenótipo ostentado e diretamente direcionado ao indivíduo, se apresentam também e principalmente pelas condições familiares histórica e socialmente prejudicadas enquanto descendentes de escravizados (fato que altera o coeficiente de mobilidade social e competitividade em disputas universais), temos então que, menos pelo tom de pele (e a afrodescendência admite muitos), mas principalmente pela condição comprovada de afrodescendente e herdeiro natural tanto do processo de prejuízo histórico-familiar da população negra, quanto do direito de reparação, que um candidato é habilitado a pleitear as AAs de recorte “racial”… .

Lógico que em não havendo a “marca”, muito menos os problemas decorrentes dela, seria de bom senso e consciência ética, que não se apelasse para uma ação que visa não apenas oportunizar os candidatos inequívocos e óbvios do recorte, mas também modificar a “coloração perceptível” em determinada situação afirmável, porém,  o Direito socorre a todos os afrodescendentes de fato (e tornamos a lembrar que “claro” é diferente de “branco”)  e que assim se autodeclarem.

Entenda o caso aqui: http://noticias.r7.com/brasil/medico-branco-se-declara-cotista-para-prova-do-itamaraty-24072015


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A desigualdade desenhada

graf_rendimento_por_corDurante um bom tempo utilizei em discussões temáticas a versão 2005 desse gráfico, eis que finalmente encontro o upgrade, ainda não saiu o 2015 (referente a 2014) mas esse aqui já mostra que se houve algumas melhorias,  o X da questão (ironizando o formato do gráfico) permanece inalterado.

graf-renda-cor-2013

É óbvia a constatação que raça/classe  traz  uma correlação direta  e inversamente proporcional na distribuição de renda brasileira, o que por inferência deixa claro que o coeficiente de mobilidade social é largamente influenciada pela variável raça/cor, em outras palavras, quanto mais escuro maiores as chances de ser e permanecer pobre e quanto mais claro, maiores as chances de atingir as classes mais altas, a propalada “igualdade” brasileira entre negros e brancos só ocorre no meio da pirâmide social e envolve apenas  10%  da população brasileira, nos outros 90%  a cor faz diferença significativa na mobilidade social.

Entre 2005 e  2013, a participação percentual de negros na ponta mais pobre da pirâmide reduziu-se em 1 ponto percentual  a de brancos idem, isso quer dizer que as políticas sociais universalistas atingiram igualmente ambos porém com um efeito na redução da desigualdade de 10 pontos percentuais para 8,3 pontos (o que não muda de forma geral a disparidade, o coeficiente de representatividade negra na pobreza extrema é 8 vezes maior); por outro lado na ponta oposta, a representatividade branca  se manteve inalterada, a novidade foi  a subida de 0,8 pontos percentuais de negros nas classes mais abastadas (o que também não elimina a diferença abissal de 11,1 pontos percentuais na riqueza) o detalhe  que não é novidade é que na pobreza a diferença é menor mas mesmo assim enorme,  e que a resistência estrutural para o negro aumenta na medida que se avança socialmente, ou seja, a velha máxima de que o preconceito, discriminação e a desigualdade são meramente “sociais”, se mostra completamente falaciosa e rola ladeira abaixo… .

Um país verdadeiramente igualitário em termos raciais, aonde raça/cor não fosse variável social relevante, não teria um X na distribuição de renda, mas sim linhas retas paralelas… (lembrando que estamos tratando de brancos e negros, mas seria idêntico para outros grupos minoritários), abaixo uma projeção do gráfico da igualdade (racial):

graf-renda-cor-ideal

E se você ficou “chocad@” ou “revoltad@” com o aumento proporcional de brancos na primeira metade da escala (mais pobres) e redução na segunda metade (mais rica  e tudo em absoluta igualdade com a proporcionalidade negra), parabéns ! você acabou de descobrir o quão é desconfortável para um negro ser maioria no ruim e minoria no bom na atual situação, além do fato que a desigualdade nunca ou pouco te incomodou, mas a igualdade real  que retira privilégios e vantagens não lhe é assim tão “natural”…, para um marxista a  questão da “classe” não estaria eliminada (apesar da grande redução da concentração) mas ai sim passaria a ser meramente questão de classe (se equalizadas também outras variáveis sociais como gênero…) .


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Pobreza crônica entre negros no Brasil caiu 86% em 11 anos

Gráfico-de-QuedaMatéria interessante em a Crítica, importante destacar que na manchete não está claro que tal queda foi na pobreza  CRÔNICA (extrema) e não na pobreza como um todo.

Entre 2002 e 2013, a pobreza crônica entre negros no Brasil caiu de 12,6% para 1,7% da população. Esse percentual corresponde a 1,8 milhão de pessoas, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE, divulgada no ano passado.

VER MATÉRIA EM @ACritica: Pobreza entre negros caiu 86% em 11 anos, afirma MDS: http://acritica.uol.com.br/noticias/Pobreza-negros-caiu-afirma-MDS_0_1364863524.html


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O retorno dos anticotas: agora contra as mulheres no parlamento

mulheres política 2

A nova frente de combate dos anticotas, a reserva de vagas para mulheres no poder legislativo.

Depois de mais de uma década de acaloradas discussões e após a acachapante derrota impingida pelos defensores das cotas e o STF aos anticotistas e sua argumentação falaciosa, “desapareceu” (ou pelo menos se arrefeceu por um tempo) a disposição dos mesmos em externar seus argumentos antinclusivos, porém…, eis que retornam com força total por conta da campanha nacional por mais mulheres na política.

Repetindo exatamente os mesmos argumentos (e alguns novos, como “interesses individuais oportunistas” e “campanha casuística” ), e talvez imaginando se tratar de “outra coisa” ou “outra causa”, os anticotas demonstram não terem entendido realmente os princípios que norteiam as Ações Afirmativas (AA), a saber:

a) Corrigir distorções e desigualdades históricas e culturalmente arraigadas na sociedade

b) AA não tem nada a ver com “capacidade” pessoal ou coletiva, mas com oportunidades efetivas

c) Cotas são apenas uma das formas de AA, e visam corrigir a SUBREPRESENTAÇÃO dos recortes tradicionalmente prejudicados, em toda e qualquer situação em que se fizerem necessárias.

Ao julgar as ações relacionadas as cotas raciais e sócio-raciais e considerá-las constitucionais, o STF entendeu procedente a ideia geral de Ação Afirmativa por recorte (desbancando de vez o surrado bordão do “todos são iguais perante a lei” do art. 5o da CF, privilegiando o art. 3o “Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: I – construir uma sociedade livre, justa e solidária; II – garantir o desenvolvimento nacional; III – erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais; IV – promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.”), o que significa que apesar do amparo legal direto para negros e indígenas na questão universitária, o mesmo princípio básico é válido para outras Ações Afirmativas, em outras áreas e para outros grupos em situação análoga de subrepresentação, isso é exatamente o caso das mulheres no parlamento, bem como de outros recortes afirmáveis.

O ressurgimento do discurso anticotas (encampado inclusive por algumas mulheres, assim como o foi também por alguns negros no caso das cotas universitárias) é anacrônico e  “zumbi” (está morto, porém continua se movimentando, como se parte da vida ainda fizesse), vai fazer algum barulho pelos próximos tempos, mas está fadado a mais uma magnífica derrota… .

Apesar de em contexto diferente, apropriado lembrar uma frase do primeiro discurso de posse de Barack Obama ” O que os cínicos não entendem é que o chão se moveu sob eles”,  não será portanto fácil manter por muito tempo os privilégios e desigualdades de nossa sociedade.


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Manifestantes da Educafro desocupam entrada principal do Ministério da Fazenda

Estudantes do Movimento EDUCAFRO se acorrentam em protesto nas catracas de entrada do MF

Pois é…, não bastam cotas para o acesso universitário, fomentar a permanência dos estudantes cotistas (todos de baixa renda independente da cor) é crucial, e para isso é preciso que sejam disponibilizadas e mantidas as verbas necessárias, em uma “Pátria Educadora” é inconcebível corte de verbas para a Educação…, entenda o caso na matéria da EBC.

 09/03/2015 14h54

Brasília

Danilo Macedo – Repórter da Agência Brasil Edição: Denise Griesinger

Depois de aproximadamente duas horas de bloqueio, manifestantes da Fundação Educafro – que reivindicavam mais recursos para educação de negros e pobres – liberaram a entrada principal do Ministério da Fazenda, por volta das 14h10. Segundo o frade franciscano David Santos, porta-voz do movimento, a decisão de desocupar o prédio foi tomada após a Secretaria Executiva do Ministério marcar uma audiência, com o grupo.

“Dia 17 de março voltaremos aqui para definir todos os pontos de reivindicação, em uma audiência com o secretário executivo [adjunto] Ariosto Culau. Se não atenderem a nossas demandas, aí teremos uma audiência com o ministro”, disse Santos.

Sobre a escolha do local da manifestação, o frade explicou que várias audiências ocorreram no Ministério da Educação, que sempre alega o corte de verbas para não atender às reivindicações. “Queremos a garantia de que todo aluno cotista negro, cuja renda seja inferior a 1,5 salário mínimo, tenha bolsa moradia, alimentação e transporte”, afirmou. “Colocamos aqui como é incoerente falar em pátria educadora e cortar 30% da verba para educação. Queremos saber quanto mais vai para educação, em uma pátria educadora”, disse.

A portaria principal do Ministério da Fazenda foi bloqueada por volta das 12h. Cerca de 20 manifestantes da Fundação Educafro ocuparam a entrada principal do edifício e, lá dentro, alguns se acorrentaram às catracas de acesso ao ministério, impedindo a entrada de servidores. Eles também tocaram berimbau, timbau e jogaram capoeira, além de cantar músicas pedindo ao ministro Levy mais dinheiro para educação.