Blog do Juarez

Um espaço SELF-MEDIA


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2017 – VIGÉSIMO NONO ANIVERSÁRIO DE ATIVISMO NEGRO

Só agora me dei conta que minha primeira palestra oficial, que ocorreu no centenário da abolição (1988) ao contrário do que aparentemente todo esperavam, não versou sobre os horrores do cativeiro, nem sobre a “bondade da princesa”, muito menos admitiu a abolição como “marco da igualdade”,  foi sobre… PÓS-ABOLIÇÃO (muito embora seguindo o meu natural “braudelianismo”, ou seja,  tendência em problematizar utilizando recortes temporais e geográficos mais amplos que os nominais aplicados aos eventos-título) pois parti das leis antiescravidão que antecederam a  lei áurea,  bem como,  de uma ácida crítica ao uso da Guerra do Paraguai para iniciar o processo de branqueamento do Brasil, já que a abolição era um processo em evolução e questão de relativo pouco tempo.

Na época eu tinha acabado de concluir a faculdade, era um cara de exatas/tecnologia, nem me passava pela cabeça um dia ser um pesquisador em História, mas ali, em uma época em que não havia Internet, fiz uma pesquisa e palestrei em um tema que só bem recentemente passou a empolgar os historiadores… o PÓS-ABOLIÇÃO😉. É verdade, “mato a cobra e mostro o pau” :

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Em matéria do Portal Amazônia…

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Deu hoje no Portal Amazônia, destaquei minha parte na imagem acima,  a matéria completa com as falas de outros companheir@s e estudiosos em :http://portalamazonia.com/detalhe/noticia/a-importancia-do-dia-da-consciencia-negra-na-amazonia/?cHash=8a55720bfd34a873fb4584060a5f3b13

 


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Começou o mês da Consciência Negra

capa-face-novembroPara mim talvez o período mais atarefado e de maior exposição todo ano, muitos compromissos, palestras, entrevistas, eventos , enfim… , durante todo o mês minha capa no facebook será essa ai… :-), tá legalzinha não ?


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Militar de mérito… :-)

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Eu, em manobras militares , no já  longínquo ano de 1985

Feriadão de Corpus Christi e a gente em casa… :-), em dias assim as vezes se aproveita para dar uma arrumada nas coisas…, procurar aquela coisinha que “sumiu” e na pressa do dia-a-dia não encontramos, e nessas horas as vezes encontramos sem querer outras coisas que não estávamos procurando e nem lembrávamos mais…, aconteceu isso hoje comigo… .

Nem lembrava dessa distinção recebida ao final do serviço militar (também…, já tem mais de 27 anos… 🙂 ), uma praxe concedida aos que conseguiram passar pelo serviço militar SEM QUALQUER PUNIÇÃO OFICIAL  e  com distinção no treinamento e atividades militares, o que é  relativamente difícil no primeiro ano (obrigatório) e se torna exponencialmente mais raro à medida que se permanece no serviço já voluntário (que no meu caso foi de mais 3 anos…, servi de  1982 a 1986), tá ai, direto do túnel do tempo… :

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“O suor poupa o sangue !”  (lema da minha antiga unidade, 2º BE Cmb)


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23 de Abril, Dia Mundial do Escoteiro

23 de Abril é dia mundial do escoteiro

A data não por coincidência  é também o dia de  São Jorge, que pelo exemplo de suas virtudes  foi escolhido por Lord Baden-Powell ( um General britânico,  ou  simplesmente B-P,  como é referido no meio, o fundador do escotismo) como padroeiro dos escoteiros.

O escotismo mais que um movimento é um sistema educacional complementar / fraternidade mundial fundado por B-P em 1907 na Inglaterra, a partir da  experiência própria  retirada de sua vida campista quando jovem, e também  da  adquirida ao longo de sua vida militar servindo em distantes partes do então grande império britânico (notadamente Ásia e África), bem como, de uma forçada utilização de  garotos  em funções militares auxiliares, em  situação em que B-P se viu sitiado com suas forças  durante o famoso  Cerco de Mafeking (parte das disputas entre o império britânico e os Bôeres (colonos holandeses) durante a Guerra do Transvaal em 1899 na África do Sul.)  Aqui link para uma curta biografia de B-P .

Hoje o ESCOTISMO (para maiores detalhes veja o link), é um sistema CO-EDUCACIONAL (para meninos e meninas, moças e rapazes) existente em todo o mundo e como uma real fraternidade reúne crianças, jovens e adultos de todas as cores, credos, classes, garantindo por meio de suas atividades a formação de indivíduos responsáveis, solidários, disciplinados e de grande caráter, características levadas por seus praticantes para o resto de suas vidas.

dia do escoteiro

Eu tenho grande orgulho de fazer parte desta fraternidade (uma vez escoteiro, sempre escoteiro… ), tendo meu avô (falecido em 1946) fundado um grupo escoteiro em Minas Gerais na década de 30/40, meu pai participou desse grupo como “lobinho” e décadas mais tarde me introduziu ao 8 anos de idade (1972) no escotismo  também como “lobinho”, em  Taboão da Serra-SP, depois fui lobinho e escoteiro do Ar  no Grupo 176º “Anchieta”, me afastei por motivo de mudança para Pindamonhagaba-SP (aonde ainda não havia grupo escoteiro) e retornei ao escotismo em  1981/82  ao ser co-fundador (junto com meu pai e irmãos  menores entre outras pessoas) do Grupo escoteiro 97º ITAPEVA ( grupo em atividade até hoje), do qual fui o primeiro Assistente de Chefe de Tropa e anos mais tarde (1990-1991) Mestre do Clã Pioneiro (PENDRAGON). Deixando o grupo e a atividade escotista ao me transferir para Manaus em 1991.

Mesmo fora de atividade, guardo com carinho todas as recordações e o que aprendi no escotismo, hoje de manhã sai de casa com pressa, esquecido de que hoje era dia do escoteiro (nesse dia os atuais e antigos escoteiros costumam utilizar o seu lenço de promessa, como forma de homenagear e reafirmar o orgulho de fazer parte dessa fraternidade mundial), não deu para usar o lenço no trabalho mas fica a minha foto  🙂 .

Sempre Alerta !  SERVIR !

Sempre Alerta para SERVIR !


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Dia Internacional do DJ

DJTá ai um dia de justa homenagem aos profissionais que literalmente embalam as pistas e tocam os hits que ficam marcados em nossa vida , o DJ, ou Dee-Jay , abreviatura de Disc Joquei, o cara que comanda as pick-ups (toca-discos)  (e outros dispositivos que animam as festas e baladas, ah! e também alguns programas de rádio), parabéns a todos os DJs do passado e do presente.

Aproveito para expressar um dos meus orgulhos pessoais, que é o de um dia também ter podido por a moçada para dançar na pista e embalado muitas histórias. Fui um DJ pré-digital 🙂 . Tudo começou por volta de 1978 (os dias dos “Embalos de Sábado a Noite”), foi quando comecei a juntar equipamentos de som e luz que animavam primeiro o meu quarto de adolescente, até o dia da “estréia” oficial como DJ na festinha de conclusão do prédio que viria a ser o mercadinho que a  família possuiu por alguns anos em Pindamonhagaba-SP, depois foram surgindo outras festinhas simples em que “tocava”, até que em 1981, inaugurei meu próprio clube noturno, o SATURNO DISCO CLUB, com direito a cabine de DJ com ponte levadiça e uma razoável parafernália, meu “nome artístico” era “JUJU MEGAWATT”  🙂 .

No Saturno eu tocava mixando entre os bolachões de vinil e as fitas K-7 (naquela época ainda não havia CD nem microcomputadores), os clássicos da Disco Music, Eletrônica, Funk (americano) e os primórdios da dance music e rock nacional, mas também punha a moçada para dançar um bom e velho fórro tradicional (o pessoal adorava), samba para dançar junto e é claro não podia faltar as músicas românticas para o pessoal ter aquela oportunidade de “chegar junto” :-),.

A maior angústia de um DJ é não saber se o que ele está prestes a tocar vai “bater” com o pique atual da moçada, e pior ainda, é constatar que errou… (e acontece), porém é compensado quando se acerta em cheio e na virada para a introdução a moçada vibra e vai a loucura, ah! e ainda tem que ter bom senso para fazer as intervenções necessárias no microfone (o que pode animar ainda mais a galera ou virar uma  sonora vaia… 🙂 ).

Nessa época a discotecagem em geral se limitava a escolher as músicas,  fazer as viradas, animar a galera, comandar as luzes, eventualmente tocar a sirene ou fazer alguma gracinha como alterar a rotação, travar o disco, ou reiniciar a música depois da introdução,  não havia efeitos especiais nem os remixes…, quer dizer, as vezes se conseguia um disco de DJs já famosos de dicotecas badaladas e que já vinham mixados ou com versões disco de músicas antigas e famosas e com alguns efeitos produzidos nos estúdios; só para lembrar uns TOP DJs de quem eu era fã, o argentino radicado no Brasil, Santiago Malnatti mais conhecido como MISTER SAM ( que era também produtor musical e lançou a cantora LADY ZU e também a GRETCHEN) e o grande  Newton Banana do Banana Power. 

Pena não ter nenhuma foto daquela época exata, mas tem essa ai abaixo em que anos mais tarde eu estou tirando uma onda na mesa de som de uma rádio… 🙂 .

JU-DJHoje ainda guardo e toco em casa alguns dos vinis da minha época de DJ e tenho um mixer analógico PYRAMID 2700, em que controlo e combino o som de várias fontes como o CD Player, Toca-Discos de Viníl, Walkman K-7, Microfone e Microcomputador, ah ! e é claro, no computador mantenho um software de DJ digital (MP3 e videos) em que além de mixar é possível também criar músicas, aliás recomendo para quem quiser sentir o gostinho de fazer suas próprias mixagens e até se for o caso virar DJ nas festinhas que pintarem,  é o  VIRTUAL DJ . (que por sinal é grátis).

Have Fun !!!