Blog do Juarez

Um espaço SELF-MEDIA


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Sobre um vídeo louco…

Sou contra linchamentos virtuais, mas também sou contra a falta de limites e a fala criminosa travestida em “direito de expressão”. Essa figura abjeta cujo nome é ALTAIR GENÉSIO, do RJ (foto abaixo) e autor de um vídeo absurdo e viral (que me recuso a reproduzir), não pode ser considerado uma pessoa normal, só pode estar gravemente adoecido pela confusão das ideias, pela fusão da mais tresloucada homofobia com o fanatismo religioso, caso para uma internação judicial para tratamento psiquiátrico.

Mais que veemente repudiar a pessoa, meu repúdio vai para as ideias expressas e principalmente para todos que sob uma capa de conservadorismo retrógrado e/ou fanatismo religioso endossam e estimulam o mesmo discurso.

Por fim, quero lembrar aos que para criticar o discurso se atentaram também ao fato de ser uma pessoa negra, primeiro é importante deixar  claro que não há qualquer vínculo (e nem o mesmo coloca) entre a sua condição de negro e seu discurso tresloucado, logo não há qualquer “representatividade”, sequer intenção, que mereça por esse viés referência ou repúdio. Aliás, essa é uma prova óbvia do que dizia o Dr. Martin Luther King Jr. :

“Os negros são humanos, não super-humanos. Como qualquer um, possuem personalidades diversas, interesses financeiros e aspirações distintas. Há negros que jamais lutarão pela liberdade, há outros que procuram obter com a luta, vantagens pessoais e há outros que colaboram com os opressores. Tais fatos, não devem ser motivo de desespero. Todo grupo e todo povo possui sua parcela de covardes, oportunistas, e traidores. Os golpes do martelo do racismo e da pobreza fatalmente tem que perverter e corromper alguns. Não se pode pensar que o fato de um povo ser oprimido, leve todos os cidadãos a serem virtuosos e dignos.”

Portanto, olhem e batam no que realmente é o problema, uma mente humana envenenada e adoecida pelo conservadorismo retrógrado, ódio e fanatismo religioso.  Sem contemporizações.

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Participação no Jornal AM TV – Matéria Preconceito

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Clique na imagem para ver o vídeo da matéria.

Participação  em mais uma entrevista sobre um tema para o qual sempre me referenciam… Preconceito & Racismo .

Essa foi curtinha,  na verdade uma “levantada de bola” para a matéria  principal tratada por um consultor jurídico ( vídeo aqui ); voltando ao comentário sobre a nossa entrevista específica…, como em  toda entrevista desse tipo (tempo bem reduzido) se faz  edição e cortes para a fala “caber” no tempo, o que implica em um resultado inteligível, mas sem boa parte das informações que julgamos pertinentes para a questão, as vezes uma informação complementar que passamos  em off  (com câmeras e microfones desligados) é mal-entendida ou é passada de uma forma que acaba não refletindo, ou refletindo com imprecisão o que se  disse, e “na  pressa”  também deixamos as vezes de explicar melhor certos conceitos e ai acabamos  também deixando espaço para a imprecisão interpretativa ou  mesmo a “deturpação” do que foi dito.

Um exemplo nessa entrevista é que em off eu disse que de acordo com o Censo 2010, a população do Amazonas tem 4,3% de autodeclarados PRETOS, número próximo ao de indígenas (4,8%) o que representa em números absolutos cerca de 120 mil pessoas (e demonstra a impropriedade em dizer que o estado “é indígena”  ao mesmo tempo em que se nega ou ignora a presença e relevância da população de origem afro) ,  na reportagem a locução em “background”  fala em 120 mil NEGROS… , (confusão comum para quem não tem bom domínio da temática), ocorre que PRETO não é sinônimo de NEGRO…, o IBGE trabalha com as categorias BRANCO, PRETO, PARDO, AMARELO e INDÍGENA, sendo que POPULAÇÃO NEGRA é a soma dos autodeclarados PRETOS e PARDOS… ou seja, a proporção populacional de NEGROS é muito maior do que ao se vislumbrar apenas os PRETOS (os de aparência “padrão africana” não miscigenada)  e isso gera uma incoerência estatística e colabora com o processo de invisibilização negra, e mesmo sendo a maioria dos pardos do estado (68% da população) de origem indígena, não quer dizer que boa parte desse percentual  não se trate de pardos de origem afro (por extrapolação, etc… estima-se que 20% da população amazonense seja parda de origem afro), somados pretos e pardos de origem afro, teríamos coisa de 25% de população negra no Amazonas (estatisticamente empatada com a população autodeclarada branca…) .

Outro ponto é a “manchete”, na realidade o que foi passado pelo Jefferson (que aparece na primeira parte da entrevista falando sobre LGBT) é que o estado ocupa primeiro lugar no ranking de crimes motivados por homofobia no norte do pais…, do jeito que ficou, da a ideia errada de que é o PRECONCEITO contra LGBTs e Negros (tudo junto e misturado) que ocupa a “primeira posição” em um ranking nacional, o que de certo não reflete a realidade… .

Mas isso são detalhes e “faz parte”, no geral ficou bom e cumpre o objetivo .


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Nomes aos bois: os sicários da mídia má.

Poderia escrever algo mais detalhado sobre esse acontecimento, mas o texto de Paulo Nogueira, que reproduzo parcialmente abaixo, já o faz com maestria…, é essa mesma gente de quem ele fala, que não por coincidência também foram os “grandes gurus” da “campanha” (felizmente perdida) da turma anti ações afirmativas (AA) para a população negra (notadamente as cotas universitárias) aos quais “batizei” de “neo-democratas-raciais”.

O desabafo de Trajano

por Paulo Nogueira, no Diário do Centro do Mundo

E eis que José Trajano, da ESPN Brasil, viralizou.

Um vídeo em que ele cita quatro colunistas que instigam ódio circula freneticamente pela internet nestes dias.

Ele enxergou, com razão, uma relação espiritual entre os que xingaram Dilma no estádio e os colunistas que mencionou.

Trajano falou de Demetrio Magnolli, Augusto Nunes, Mainardi e Reinaldo Azevedo, mas poderia falar de muitos outros.

Outro dia li uma expressão do Nobel de Economia Paul Krugman e pensei exatamente no tipo de jornalista da pequena lista de Trajano.

São os “sicários da plutocracia”. São pagos, às vezes muito bem pagos, apenas para defender os interesses de seus patrões.

Os Marinhos, ou os Frias, ou os Civitas, ou os Mesquitas, não podem, eles mesmos, assinar artigos em defesa de suas próprias causas. Então contratam pessoas como as de que Trajano trata.

Muitos leitores, em sua ingenuidade desumana, vêem alguma coragem nos “sicários da plutocracia”.

É o oposto. Ao se alinhar aos poderosos – aqueles que fizeram o Brasil ser um dos campeões mundiais da desigualdade – eles têm toda a proteção que o dinheiro é capaz de oferecer.

Não correm risco de ficar sem emprego, por exemplo. Podem cometer erros grosseiros de avaliação, de prognóstico, de estilo, do que for.

Mesmo assim, estarão seguros porque cumprem o papel de voz dos que podem muito.

Texto integral em : http://www.viomundo.com.br/denuncias/os-que-promoveram-caca-as-bruxas-agora-reclamam-de-lista-negra.html


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Linda Rosa, música com Maria Gadu, interpretação.

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Maria Gadú & Leandro Léo, interpretam Linda rosa.

Hoje pela manhã ainda na cama ouvi essa música pelo rádio, a melodia muito interessante me pareceu uma modernização das românticas valsinhas que se tocavam nos coretos das praças de muito antigamente, a letra (muito bem encaixada e com requintes de poesia das antigas) colaborou para a impressão…, porém o que me  “encafifou” foi que tal qual boa poesia, a letra não é “direta”… ou seja, necessita uma interpretação atenta para ser de fato compreendida, eis a letra :

Pior que o melhor de dois
Melhor do que sofrer depois
Se é isso que me tem ao certo
A moça de sorriso aberto

Ingênua de vestido assusta
Afasta-me do ego imposto
Ouvinte claro, brilho no rosto
Abandonada por falta de gosto

Agora sei não mais reclama
Pois dores são incapazes
E pobres desses rapazes
Que tentam lhe fazer feliz

Escolha feita inconsciente
De coração não mais roubado
Homem feliz, mulher carente
A linda rosa perdeu pro cravo

Mais tarde fui atrás da letra pela web, li e reli, e entendi que era na realidade uma bela poesia sobre sexualidade, mais precisamente sobre bissexualidade feminina, suas dúvidas e dificuldades,  em outra busca (agora por interpretações sobre a letra) tive meu entendimento corroborado por interpretações semelhantes a minha  (que segue abaixo)

Pior que o melhor de dois
Melhor do que sofrer depois, “Pior que o melhor de dois” tem várias possibilidades por ai encontramos com o sentido de “melhor de dois mundos”, uma junção de coisas aparentemente distintas como masculino e feminino, ou uma escolha que contemple não apenas uma opção, pode ser também “pior” que o sexo masculino e feminino se completando no ato, melhor de dois é também uma metáfora para um encontro heterosexual, aquele lance do “côncavo e o convexo” de que falava o Roberto) pode ser também relativo a não aproveitar a bissexualidade e fazer uma escolha “não vantajosa” para uma mulher hetero ou bissexual, opção pela relação de iguais, mulher/mulher, ou seja é uma alusão a relação entre mulheres… ( na qual pelo menos na visão majoritária vai sempre “faltar” alguma coisa…),  já o “Melhor do que sofrer depois”  aduz ao fato que muitas mulheres optam por relações homossexuais (mais por carência afetiva que por atração física) após desapontamentos em relações hetero, acreditando que não sofrerarão novas decepções pois mulheres são em tese mais sinceras e fiéis…, cabe observar que na maioria de tais casos trata-se na realidade de bissexuais ou  “falsas lésbicas” (aquelas que não tem a real orientação exclusivamente lésbica, mas que pelas circunstâncias, entram e ficam “presas” no meio, com dificuldade em retomar relações hétero mesmo que eventuais).

Se é isso que me tem ao certo
A moça de sorriso aberto   (aqui se confirma a ideia de que o exposto acima é a questão que envolve a moça)

Ingênua de vestido assusta
Afasta-me do ego imposto (aqui se fala sobre a feminilidade visível da moça e do efeito que a sexualidade “não esperada” causa aos outros, por outro lado, o “ego imposto” se refere tanto ao ego ferido dos rapazes que ao perceberem do que se trata tentam “reverter” a  “homossexualidade” da moça, bem como, da dificuldade da própria moça em aceitar relacionamentos heteros, o tradicional imposto pela sociedade, família…, ou seja, apenas para satisfazer o ego,  confirmando uma “boa imagem” para ela)

Ouvinte claro, brilho no rosto
Abandonada por falta de gosto (aqui se fala de confidências, o pretendente-amigo que a ouve sobre a sexualidade, histórias de amores antigos e dúvidas, o “brilho no rosto” tanto pode ser uma alusão ao aparente interesse e compreensão solidária do “ouvinte”, quanto a importância e expectativas que ele ganha no processo (talvez um “salvador da pátria” em momento de dúvidas e fragilidade), mas que no final acaba desistindo e abandonando-a, pois percebe que homens não a interessam suficientemente, [falta de gosto, gosto insuficiente por homens ]. )

Agora sei não mais reclama
Pois dores são incapazes ( percebendo  que confidenciar não sensibiliza nem resolve as suas angústias, a moça opta por parar de se expor, não fala mais de suas questões, oculta-as dos pretendentes)
E pobres desses rapazes
Que tentam lhe fazer feliz  (referência aos homens que se aproximam, mas não sabendo da sua dubiedade, ou sabendo, constatam que não podem conquista-la plenamente se frustram e sofrem)

Escolha feita inconsciente ( “consciente” no meio gay  é um sinônimo “codificado” de “entendido(a)” , ou seja, homossexual; “inconsciente” indica que houve  uma opção pela  não homossexualidade, escolheu-se uma relação hétero…)
De coração não mais roubado ( sem paixão, uma escolha pelo lado “racional” ou por carência/conveniência)
Homem feliz, mulher carente ( o “escolhido”  ficou feliz pela “conquista”, mas ela carente por ter “sufocado” o seu “outro lado”)
A linda rosa perdeu pro cravo ( linda rosa evoca o feminino (a moça) e cravo o masculino (o escolhido), a moça ficou em desvantagem em relação ao “masculino”, e aqui um novo parênteses, por se tratar de uma questão que envolve gênero [que transcende o sexo biológico], pode-se estar falando tanto de um homem real, quanto de um “masculino não biológico”, ou seja, de uma “mulher masculina”, em ambos os casos há a desvantagem para ela, pois sendo bissexual, no relacionamento escolhido apenas uma das orientações é atendida plenamente, ou seja, de um jeito ou de outro ela perde) .

Bom gente, toda interpretação das coisas vem da nossa visão de mundo e das nossas vivências, lógico que quem escreveu podia não estar exatamente com tudo isso na cabeça, ou que uma pessoa de orientação homossexual ou transexual, enxergue diferente, a partir da sua  visão particular.

É isso, agora o vídeo… (com direito a “príncipe” ) 🙂


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Netflix em TV antiga…, não tão difícil

netfliux-tv-velhaNetflix rodando em um antigo Acer Aspire 5315 e uma TV CRT da LG de 29 “

Tempos atrás escrevi um post sobre como ligar um notebook antigo (sem HDMI) em uma TV também antiga e sem HDMI (alguém poderia dizer que é melhor trocar logo a TV e o Note por modelos mais atualizados e pronto, mas por N motivos tem gente que não pode ou não quer fazer isso, pelo menos agora).

Portanto se você deseja aproveitar os seus equipamentos já antigos para ver filmes online e de quebra em uma tela maior ( e opcionalmente com o “sonzão” do Home Teather) esse é o post.

Se você  já tem ou quer comprar leitores Blu-ray ou Games tipo Xbox, Wii ou PS3  e não quer utilizar micro pode pular este parágrafo…( senão continue, pois  há passos importantes para quem quer usar notebook ou desktop para ver  NETFLIX  ou outros serviços de filmes online especificamente ),  sendo o caso de desejar usar o micro, sugiro que dê antes uma lida no post de como ligar o note antigo em uma TV antiga, pois lá tem os passos de como ligar micro e TV, depois volte para cá e veja o resto das dicas importantíssimas para que dê certo a questão da Netflix.

Primeiramente você precisa já ter uma conta da Netflix  ou congênere e Wireless disponível…

Existem três formas de assistir Vídeos online em uma TV sem os recursos de conectividade dos modelos mais novos.

Uma é  através de um aparelho leitor de Blu-ray que já vem com conectividade Wireless, saída de vídeo RCA e o aplicativo da Netflix ( só tem que tomar cuidado ao escolher o aparelho pois nem todos oferecem compatibilidade com a Netflix Brasil, ao fazer a atualização do firmware automaticamente na primeira vez que liga, o software da Netflix “some”), portanto verifique antes de comprar se o aparelho é compatível , no site da própria Netflix tem listas com todos os aparelhos compatíveis, nos manuais dos aparelhos tem como fazer funcionar.

 A segunda é através de alguns aparelhos para games como o Xbox , PS3 ou Wii (vide relação no link anterior), nos manuais dos aparelhos tem como fazer funcionar ou busque na web artigos sobre como fazer isso pois não é o foco desse post…

E finalmente…, através de um computador (desktop ou notebook) que possua saída de vídeo compatível ou adaptável para TVs antigas ( entradas RCA e teoricamente Component, nos testes que fiz com Component nunca deu certo, sugiro então focar na entrada de vídeo RCA da TV antiga).

Bem , se você já viu como conectar micro e TV (e sabe como conectar o som do micro em um Home Teather, caso tenha um), segue umas dicas para que dê certo assistir filmes online com maior conforto e qualidade:

1- Atualize os drivers de vídeo do micro, as vezes a conexão não dá certo por causa de drivers muito antigos ou impróprios (em geral quando já se atualizou o sistema operacional).

2- Teste a Netflix no seu micro, tenha certeza que o Silverlight está instalado e atualizado e deixe a senha memorizada no browser (vai ficar difícil fazer o login quando mudar a resolução da tela, na frente explicada), ah ! e importantíssimo…, não esqueça de desligar o descanso de tela ou mudar a configuração do desligamento automático de tela por inatividade do teclado… .

3- Ao rodar vídeos longos o processador é muito exigido e superaquece, é quase certo que fique desligando sozinho o computador durante o filme…, abra o micro e limpe cuidadosamente o cooler (ventoinha) do processador, depois de limpo e fechado, garanta que a circulação de ar do notebook esteja livre, o ideal é que ele esteja em uma “dock station”, isso reduz muito o superaquecimento, são baratas, mas se não quiser comprar pode-se improvisar, o importante é deixar a circulação de ar livre:note-dock-station

4- A resolução das TV antigas é menor que a dos micros, logo, altere a resolução do micro para 800×600 e desligue o micro, com os cabos escolhidos (preferência S-vídeo para RCA) e de aúdio já conectados, ligue a TV e coloque no modo de vídeo (AV1 ou AV 2) da conexão e ligue novamente o micro para que ele “entenda” que tem uma TV conectada e passe a enviar o sinal.

Pronto, agora é só acessar a  Netflix  pelo micro, escolher o  que quer assistir, maximizar, para tela cheia e curtir seus filmes e seriados preferidos em uma tela maior… .

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O que você faria? furto de Bicicleta (Cara Branco, Cara Negro, Moça Bonita)

Este é um “experimento social” (pegadinha) feito nos EUA, mas que não teria um desfecho muito diferente no Brasil…(exceto pelo fato de que talvez um ou outro ligasse discretamente para a polícia no caso cara branco, e muito provavelmente o cara negro teria sido linchado antes que tivesse chance de explicar qualquer coisa ou ser salvo pela equipe de produção…), infelizmente o vídeo não possui legendas nem tradução em português (até tentei baixar para legendar mas veio completamente sem som…), porém não importa a língua, as imagens valem por mil palavras, o que está acontecendo fica muito claro só observando as reações das pessoas…, alguém tem dúvidas da diferença de tratamento em função da cor ? (note que as roupas são similares,  local e situação são exatamente os mesmos…) e isso não acontece só em situações extremas e suspeitas, só sabe quem já viveu…

No Brasil foi feita experiência em vídeo semelhante (só que com as famigeradas portas giratórias de banco), advinha o resultado ? : http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=24907&CodSubItem=36

E ai ? ainda acredita que não há “vantagens”  e “desvantagens” sociais por conta da cor ?, que julgamento de “mérito” não tem nenhuma relação direta ou derivada dessas  práticas que facilitam a vida de uns e dificulta a de outros ?.