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Mudança Ministerial, Nilma Lino na SEPPIR

Contente e esperançoso com parte das mudanças anunciadas no Ministério da Presidente Dilma, caso da SEPPIR- SECRETARIA DE POLÍTICAS DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL (Status de Ministério), assume em substituição a Ministra Luíza Bairros, a Profª Nilma Lino Gomes (ver detalhes na matéria reproduzida abaixo).

Particularmente acho uma excelente escolha, tanto pelo histórico quanto por posicionamentos práticos enquanto esteve à frente da ABPN- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISADORES NEGROS E NEGRAS e depois da UNILAB-UNIVERSIDADE DA INTEGRAÇÃO INTERNACIONAL DA LUSOFONIA AFROBRASILEIRA, portanto profunda conhecedora da questão da pesquisa temática e das dificuldades d@s pesquisadores negr@s.

É profundamente comprometida com o espírito afirmativo e tem excelente relação com o movimento negro em geral, além de ser pessoa sem soberba e extremamente simpática no trato com as pessoas. Parabéns e desejamos uma profícua gestão.

Com a Profª Nilma Lino.

Com a Prof ª Nilma Lino, Próxima Ministra-Chefe da SEPPIR, no VIII COPENE em Belém, agosto de 2014.

Primeira negra a chefiar universidade federal, Nilma Lino Gomes assume Seppir

  • 24/12/2014 17h26 Brasília

Da Agência Brasil Edição: Lílian Beraldo

Mineira de Belo Horizonte, a nova ministra da Secretaria de Política de Promoção da Igualdade Racial, Nilma Lino Gomes, é pedagoga, graduada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em 1988. Concluiu o mestrado em educação também pela UFMG em 1994. É doutora em antropologia social pela Universidade de São Paulo (USP).

Mudou-se para Portugal onde fez o pós-doutorado em sociologia pela Universidade de Coimbra, em 2006.

Nilma Lino Gomes coordenou o Programa de Ações Afirmativas da UFMG.

Em abril de 2013, tornou-se a primeira mulher negra do Brasil a comandar uma universidade federal, ao ser nomeada reitora da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira (Unilab).

Fonte : http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2014-12/primeira-negra-chefiar-universidade-federal-nilma-lino-gomes-assume-seppir


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O adiamento da aposentadoria de Barbosa: entendendo a razão.

danca-das-cadeiras

Na administração pública, toda vez que se troca a chefia do poder, do governo, ou autarquia, acontece a chamada “dança das cadeiras”, ou seja, a substituição das chefias dos primeiros escalões por pessoas  “da confiança” do novo administrador (que podem ser servidores concursados ou “comissionados”  limitados por uma cota máxima), em geral também ocorre a demissão de contratados temporários sem cargos de chefia e a contratação de pessoas mais “afinadas” com os novos chefes, há ainda a situação dos servidores efetivos em “chefias baixas” (funções gratificadas) e/ou membros de comissões de trabalho remuneradas, que podem ser substituídos ou terem as comissões extintas; bom, pelo menos essa é a regra geral, mas há casos em que a “dança das cadeiras” não ocorre ou não ocorre integralmente.

Em mudanças de comando regulamentares (no prazo e datas previstas) as trocas “completas” de “staff”  são em geral sempre precedidas de um período de 3 meses em que uma comissão de transição com integrantes potenciais da nova administração, se inteiram dos assuntos e afazeres antes da saída do “staff” antigo e da entrada do novo, ao mesmo tempo que os antigos de preparam para deixar os cargos (isso acabou de acontecer por exemplo aqui no nosso TJ…).

Mas e quando a mudança ocorre fora do período previsto ? (por exemplo, antes do final de um mandato), e isso pode ocorrer por vários motivos, como morte, renúncia (para por exemplo disputar um outro cargo eletivo…, isso acabou de ocorrer aqui no Amazonas, e alguém tem dúvidas que o antigo Governador não solicitou do substituto a manutenção da estrutura até o final do mandato que cumpriria ?), aposentadoria… enfim.  Ai ocorre o que se conhece por “mandato tampão” (ou seja, para cobrir o período restante), em tais casos é comum que o sucessor (geralmente o vice-eleito, ou o segundo em comando) por meio de um “acordo de cavalheiros” com o administrador que se retira, conserve a estrutura e o staff do antecessor até o final da “administração tampão”, é claro que isso não é uma regra escrita e o novo administrador tem todo o direito de trocar o que ou quem ele quiser…, mas em respeito ao antigo chefe, e aos compromissos assumidos por ele, bem como pela fluidez da administração (já que nesses casos não houve a tradicional transição) o acordo é feito e mantido, outro fator leva em consideração os compromissos assumidos com e pelos servidores “convidados” para permanecer um determinado período no “staff” e que em função disso realizaram mudanças e assumiram compromissos em suas vidas baseados em um período X, não X – N meses…, bons líderes não abandonam à própria sorte seus comandados fiéis, mas se tem que ir embora tentam reduzir os danos para os mesmos (pelo menos até o fim do período compromissado).

No Judiciário, não é diferente, “acordos de cavalheiros”,  retornos e permanências nos gabinetes de magistrados aposentados também são comuns até a entrada de novo membro, e pode acontecer de um setor inteiro acompanhar um magistrado chefe para o novo setor assumido por ele, quando troca de função administrativa ou é promovido para desembargador… , portanto “nada de novo no front” , Barbosa não está “inventando”  nada…

Quando o administrador que sai, tem uma boa relação com o que entra (em geral seu vice) , o “acordo de cavalheiros” é cumprido…  mas quando não,  a coisa complica para os servidores “deixados para trás”  pelo administrador que sai…, e quem conhece o contexto dos últimos tempos do STF, sabe o que se passa.

O Presidente Barbosa, não tendo a garantia do tradicional ” acordo de cavalheiros”  e prevendo uma “noite de São Bartolomeu”, deu  “última forma” na aposentadoria, e vai aguardar o retorno do recesso, para que o plenário da casa decida pela salvaguarda dos servidores nos postos até que se encerre o período tampão, ou a lotação de todos no seu gabinete de ministro, até que o novo ministro que lhe  substituirá seja escolhido e tome posse. O próprio regimento do STF tem normas que favorecem isso.

Portanto, o Ministro está na realidade tentando fazer uma coisa solidária e muito comum que é não “deixar seu pessoal na mão”, uma vez que houve um compromisso mútuo; na realidade o problema todo está no fato um tanto incomum de ele deixar a presidência e se aposentar antes do previsto; em geral, por apego ao cargo e ao poder, essa saída só ocorre no último minuto, por morte ou aposentadoria compulsória… .


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Acho que vou mudar meu nome…


Olha só que interessante…, creio que  já vou começar a escolher um nome legal para acrescentar ao meu 🙂

Lei garantirá inserção de sobrenomes de origens étnicas em seus documentos de identidade

Foi aprovado, pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, Projeto de Lei que permite aos afrodescendentes e indígenas a inserção de sobrenomes de origens étnicas em seus documentos de identidade. A proposta por trás da medida é resguardar a identidade cultural e familiar destes grupos que carregam nos nomes valores em torno de sua ancestralidade.

O Projeto aprovado é um substitutivo apresentado pelo deputado Márcio Marinho (PRB-BA) ao Projeto de Lei 803/2011, dos deputados petistas Nelson Pellegrino (BA), Edson Santos (RJ) e Luiz Alberto (BA), que beneficiava apenas os afrodescendentes. “A regra deve também permitir ao índio o acréscimo de nomes de ancestrais, guardando simetria com o tratamento dispensado aos afrodescendentes”, esclareceu Marinho.

O novo texto altera a Lei de Registros Públicos (6.015/73), que possibilita a mudança de nome somente aos maiores de 18 anos. Assim, as crianças nascidas a partir da sanção do projeto já poderão ter, em seus primeiros registros, suas referências étnicas. O substitutivo também destaca que os sobrenomes afrodescendentes ou indígenas serão acrescidos ao nome, uma vez que os apelidos de família não podem ser prejudicados.
Tramitação – Para ser sancionado, o projeto tramita em caráter conclusivo restando ser avaliado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados.
Herança étnica – Para Ogan Renato de Xangô, presidente da Casa de Cultura Ilê Asé d’Osoguiã (IAÔ) do estado da Paraíba, a iniciativa é de essencial importância por se tratar da valorização da identidade brasileira. “É um reconhecimento das nossas raízes africanas e uma forma de documentá-las legalmente”, afirma.
A Yalorixá da Casa de Cultura, Mãe Tuca de Oxalá, trata a medida como um avanço da população negra lembrando se tratar de uma reparação à violência sofrida pelos africanos escravizados no Brasil. “Eles perderam o direito a pertencer às suas famílias e até os seus nomes. Eram chamados pelos que lhes eram impostos pelos portugueses e outros colonizadores”, explicou. Para ela, o projeto não apenas resgata a identidade, ele também fortalece a população negra para novas lutas em prol de seus direitos.

Fonte : Fundação Palmares


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Nova máquina na área… :-)

Meu  já não tão bom e velho notebook  de 4 anos “pediu aposentadoria” 🙂 , após vários “paus” e reinstalações de sistema e softwares, já não dá mais para contar diária e eficientemente com o mesmo, pois além da tela quebrada na dobradiça, do HD 50% “bichado”, o mesmo só liga “quando quer”… ; trocar o HD e  a tela não compensa na relação custo-benefício e tecnológicamente a obsolescência geral já está bem instalada .

Isso posto, não teve outro  jeito… , estou encerrando o ano velho e começando o ano novo com  máquina nova na área :-), só que optei por um desktop ao invés de um notebook , os motivos podem servir de baliza para outras pessoas que estão em situação parecida :

1- Majoritariamente eu vinha usando o notebook em base fixa no escritório de casa (uma dock station com teclado desktop wireless e mouse idem),  sendo que para tal tipo de uso melhor mesmo é o desktop (que pode por exemplo ter uma tela bem maior entre outras coisas).

2- Hoje a  tendência para computação móvel é a dos tablets, investir em um notebook ou netbook já não é tão interessante, ficar só no tablet também ainda não dá… e comprar desktop e tablet (que preste) ao mesmo tempo fica um tanto quanto “salgado”.

3- Pelo menos no meu caso ainda dá para aguentar um tempo sem tablet,  pois uso Smartphone com Android 2.3 (que faz tudo que um tablet equipado com o mesmo sistema faz…), a desvantagem está basicamente só no tamanho da tela… e não poder usar teclado externo.

A nova máquina escolhida é de um tipo de conceito relativamente recente no mercado de desktop (pelo menos fora do mundo mac ou dos “trambolhões” da década de 80/90 como o famoso CP-500), o ” ALL-IN-ONE” (tudo em um) , ou seja, sem gabinete  separado de CPU,  tudo está instalado em uma única peça (um grande monitor slim de tela plana) que se acompanha do teclado e mouse destacados (no meu caso resolvi continuar usando o excelente teclado Genius wireless e mouse antigos); apesar do uso desktop  tais máquinas tem “alma de notebook”, pois possuem processadores mais “leves” e de última geração especialmente projetados para computação móvel e menor consumo de energia , também tem menos memória que desktops convencionais, porém são perfeitamente compatíveis com as necessidades básicas de uso doméstico ou mesmo corporativo (navegação web / redes sociais, aplicações de suites office, execução de multimídia,  videoconferências do tipo Skype,  jogos “leves”, enfim…),  o preço é similar ao de um notebook de baixo custo (varia de R$ 1.200,00  a 1.800,00) eu optei pelo AOC EVO M2011 -20325U com a seguinte configuração:

Sistema Operacional : Windows 7 Starter Português
Processador : AMD E-350 (dois núcleos) Velocidade:1,6 GHz
Memória Cache L2:  1 MB
Chipset : AMD Hudson M1
Memória : 2 GB DDR3, Máxima: 4GB DDR3 (para Windows 7 Home e acima)
HD (disco rígido): SATA 3,5  de 500 GB, Gravador e leitor de DVD RW
Webcam: 1,3 Mpixels
Outros : Tela 20¨ LED widescreen, WI-FI 802.11 B/G/N (até 300 Mbps); LAN 10/100/1000 (gigabit); Conexão USB 6 Portas (4 no painel traseiro e 2 no painel lateral); Teclado ABNT2 104 teclas USB; Mouse Óptico USB; Microfone; Leitor de Cartões 3 em 1 (SD, MMC e MS); Saída p/ áudio externo e Entrada microfone externo.

 

Quanto a “aposentadoria”  do meu velho note, não será total… :-), vai ficar definitivamente integrado ao meu sistema de som em uma função que já estava cumprindo bem… VIDEOKÊ 🙂