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Adeus à Antônio Pompêo, ator e ativista do MN

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O ator Antônio Pompêo, de 62 anos, foi encontrado morto em sua casa, no Rio de Janeiro, nesta terça-feira, Com essa manchete a maioria da mídia brasileira noticiou o passamento desse grande ator e também ativista da causa negra.

Nos últimos tempos Pompêo andava “recolhido”, costumava acompanhar suas postagens pelo facebook, ele tinha também um lado artista plástico pouco conhecido do grande público (aqui alguns trabalhos), segundo a atriz Zezé Motta “Pompêo foi um grande ator mal aproveitado. Não teve o grande reconhecimento que merecia e acho que morreu de tristeza. Tínhamos uma relação que não tinha nome. Eu era namorada, mãe, madrinha, tudo ao mesmo tempo. Pompêo foi um grande amigo, companheiro, irmão… Meu amigo estava recluso, deprimido com a falta de oportunidades de trabalho… Essa é a realidade”, escreveu no facebook.

Pompeo e Juarez

Com Antonio Pompêo, na I Conferência Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, em Brasília-2005

Atuou como presidente-substituto e diretor do Departamento de Fomento e Promoção da Cultura Afro-brasileira da Fundação Cultural Palmares, vinculada do Ministério da Cultura e  foi um dos idealizadores do Projeto A Cor da Cultura,  que  gerou material de apoio pedagógico em todo país para a formação de docentes e estudantes em História e Cultura afro-brasileiras. Dirigiu também o Cidan – Centro de Informação e Documentação do Artista Negro.

Que seja conduzido a bom lugar no outro lado por aquela a quem soube tão belamente representar em tela…

iansã-pompeo

Pintura Iansã, de Antonio Pompêo

Mais detalhes: http://ego.globo.com/famosos/noticia/2016/01/morre-aos-62-anos-antonio-pompeo-ator-foi-encontrado-morto-em-casa.html

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Autor: Juarez Silva (Manaus)

Analista de T.I, Prof. Universitário, Tít. de Especialista em Educação a Distância (Univ. Católica de Brasília), Certificação em História e Cultura africana e afrobrasileira (FINOM-MG) e em Direitos Humanos e Mediação de Conflitos (SEEDH- Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República), Mestrando em História pela UFAM - Universidade Federal do Amazonas, Ex-Conselheiro Estadual de DH; Analista Judiciário do Quadro efetivo do Tribunal de Justiça do Amazonas. Ativista do Movimento Negro.

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